sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Pense nisso

O reconheciam por sua amabiliadade.
Disseram que ele era conciliador.
Sabia que o era.
Se coloca dessa forma como escudo contra problemas banais.
As pessoas gostam disso, perder tempo resmungando sobre coisas banais.
Não poderia passar a vida toda a evitar problemas entre os outros.
Começava a criar os seus próprios.
Entre suas falas engraçadas e despretenciosas, seu olhar atento analisava as situações.
Tentava perceber em cada um a receptividade do que falava.
Acham que suas falas o impedem de ser atencioso e sério.
Seriedade não impõe tão somente uma forma de se portar.
Uma pessoa que busca viver uma vida de correição também está se portando de forma séria para a sociedade.
A bondade esconde a maldade.
A suposta maldade desconsidera o arrempedimento.
Algo precisa ser falado também.
O injusto precisa ser desclassificado.
Classificava o que de melhor podiam lhe proporcionar.
Queria deixar de lado o alheio e ficar somente com o seu.
O problema é que os "seus" fazem parte do seu "eu".
Voltava ao início da pergunta.
O que fazer?
Pensava em respostas para as atitudes alheias.
Muitos não desprendem tempo com isso.
Preocupam-se com suas próprias e "dignas" razões.
Continue a conciliar.
Quem não pode ser melhor, não devia atrapalhar quem pode sê-lo.
Reflita.

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